Por Assessoria
30/06/2026
A vereadora e pré-candidata a deputada estadual Teca Nelma participou, no último
sábado (27), de um debate promovido pelo Sindicato dos Bancários de Alagoas
sobre os desafios e as perspectivas para o desenvolvimento do estado. Durante a
atividade, apresentou reflexões sobre a realidade alagoana e defendeu a
construção de um projeto de desenvolvimento baseado na participação popular, na
inclusão social e no fortalecimento das políticas públicas.
No encontro, Teca afirmou que transformar Alagoas passa por enfrentar
desigualdades históricas que ainda impactam diretamente a vida da população.
“Quando falamos dos indicadores sociais de Alagoas, estamos falando de
pessoas sem acesso à educação, à saúde, ao saneamento e às oportunidades.
Mudar essa realidade significa transformar vidas. É por isso que construir
esperanças é um compromisso com o presente e com o futuro do nosso estado”,
destacou.
Ao longo da exposição, a vereadora ressaltou que Alagoas reúne potencial
econômico, ambiental e humano para crescer, mas precisa superar um modelo
histórico de concentração de oportunidades e ampliar os espaços de participação
da sociedade nas decisões públicas.
Teca também defendeu uma Assembleia Legislativa mais aberta ao diálogo com
a população e comprometida com a elaboração de políticas
públicas estruturantes. “Precisamos de uma Assembleia que represente de
verdade o povo alagoano, que realize audiências públicas, fiscalize, proponha
soluções e esteja conectada com quem vive os problemas do estado. O
desenvolvimento não acontece apenas com obras; ele exige políticas públicas
que reduzam desigualdades e ampliem direitos”, afirmou.
Ao encerrar sua participação, Teca destacou a importância dos movimentos
sindicais e das entidades representativas na construção de um projeto coletivo
para Alagoas. “Os sindicatos cumprem um papel fundamental na defesa dos
trabalhadores e na construção de uma sociedade mais democrática. É ouvindo
quem vive a realidade do estado que conseguimos construir caminhos para um
desenvolvimento mais justo e inclusivo”, concluiu.